Dicas de beleza

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sete de Setembro


No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.

Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de dom Pedro 1º.

Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.

Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.

Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar sua supremacia comercial, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou dom João 6º a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

O rompimento
As pressões contra o controle de portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".

Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.

Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.

Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, enviaram tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.

No início de 1823, houve eleições para a Assembléia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembléia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por dom João 6º.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Katya Rossi - Permanente de cilios ...


Para você que tem cílios retos e curtos e deseja um olhar mais .sensual poderá recorrer ao Permanente de Cílios.
A permanente acentua a curvatura dos cílios desde a raiz alongando-os e dando um aspecto de pálpebras erguidas, valorizando o olhar e causando a impressão de cílios maiores. Tende criar uma maior expressividade, além de realçar a aparência do rosto.
Esta técnica não causa dor e os .produtos utilizados nesse procedimento devem ser hipoalergênicos, ou seja, que contenham fórmulas menos agressivas, evitando qualquer risco de alergia.

Como e feita a aplicação da técnica de Permanente de Cílios
- É feito um estudo do movimento arredondado que se dá aos cílios.
- Posteriormente é utilizado um bigudin, cujo tamanho será baseado no comprimento dos seus cílios.
- Por intermédio do bigudin e de um adesivo é feita à curvatura dos cílios utilizando o produto para a permanente - Após a aplicação, enxagua-se retirando a solução e usa-se um neutralizante que fixa o novo formato.
- E por fim é feita uma coloração dos cílios que dará um efeito mais alongado.
- Todo o procedimento deve levar aproximadamente 45 minutos.
- É recomendado um retoque no período máximo de 3 meses para que os cílios permaneçam curvados, mantendo sua aparência sempre atraente.
Depois de aplicado, pode tomar banho de mar a vontade, piscina e usar seus produtos de beleza normalmente.
Agradeço aos e-mail enviados e aproveito para informar que todos serão respondidos, o atraso das respostas é pelo motivo da quantidade recebida.
Estou a disposição em meu Studio na Rua Cardoso de Almeida 357 – SP Perdizes, atendimento personalizado com horário marcado. Tel: (11) 3667-2629 / (11) 7886-5843
Katyarossi@yahoo.com.br

COLUNISTA KATYA ROSSI

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Acontece na casa da fazenda ....



Exposição Coletiva de Artes
UNITED IN ART

VERNISSAGE:
03/ de agosto ás 19:30h

EXPOSIÇÃO:
DE 03 A 15 DE AGOSTO

de terça a sábado das 12:00 as 17:00h
LOCAL: POLO CULTURAL CASA DA FAZENDA DO MORUMBI

AV. MORUMBI, 5594 - SP - BRASIL
ARTISTAS PARTICIPANTES :
ALAN TEITEL - USA
ALEX BRODSKY - RUSSIA
ANTANAS ANDOMATIS - LITUANIA
BAYO - USA
BEATRICE BUREL - FRANÇA
DEDEIA MEIRELLES - BRASIL
GARY AAGAARD -USA
GIGI TURKER - TURQUIA
GLOBAL - SUIÇA
GRAZYNA ANDAMSKA JARECKA - POLONIA
GREGORY KIRSCHENBAUM -USA
LLYA SCHAR - RUSSIA
LEDA MARIA - BRASIL
LU DE PAULA - BRASIL
MARCIO ROGÉRIO - BRASIL
MAURO SOAREZ - BRASIL
MICHELE BRUNIERA - BRASIL
MILENE ARAÚJO -BRASIL
MYRON LESKI - BRASIL
PATRICIA AZONI - BRASIL
RICARDO P. PINTO - BRASIL
SICA - ITALIA
WANIA RODRIGUES - BRASIL
HARRY NASSE; FUNDADOR DA GALERIA WN
WANIA RODRIGUES, COORDENADORA
LEDA MARIA PRADO; CURADORIA
MICHEL CHELALA ; DIRETOR ABAHCH

GMC TV ESTARÁ FAZENDO A COBERTURA DO EVENTO

A Casa da Fazenda do Morumbi é uma relíquia do século XIX, construída em 1813 pelo Regente do Império, Padre Antônio Feijó. Seu terreno foi presente de Dom João VI ao grande produtor inglês de chá, John Maxwel Rudge, que se encarregou de transformar a região do Morumbi na primeira fazenda de chá no Brasil. Depois dele, familias tradicionais habitaram a Casa, como Diederichsen, M¸ller Carioba, Trasmontano e outras. O casal Franscisco e Maria José de Carvalho Ramos, que viveu ali durante quatro anos, até 1978, foi seu último morador.

Pelo seu significado histórico, a propriedade serviu de cenário para várias produções cinematográficas, como filmes "Sinhá Moça", de Tom Payne, rodado em 1952; "A Moreninha" e "Beto Rockfeller", de Oliver Perroy e a "Nova Primavera", de Franco Zefirelli.